Consignado do INSS tem novo teto de juros: entenda como isso te afeta

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O Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS) decidiu reajustar o limite de juros cobrados em empréstimos consignados para aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios do INSS. A partir dos próximos dias, o teto da taxa mensal passará de 1,80% para 1,85% ao mês.

A mudança acompanha o aumento da taxa básica de juros da economia, a Selic, que tem subido nos últimos meses. Segundo o governo, o objetivo é manter o equilíbrio e garantir que os bancos continuem oferecendo esse tipo de crédito, que é muito utilizado por quem recebe benefícios do INSS.

“Considero que esse valor proposto tem razoabilidade. Estamos protegendo os segurados”,
afirmou o ministro da Previdência Social, Carlos Lupi.

Apesar do aumento, a mudança é considerada pequena e foi pensada para evitar impactos bruscos no bolso dos aposentados. O cartão de crédito consignado, por exemplo, continua com o mesmo teto de 2,46% ao mês – ou seja, nada muda nessa modalidade.

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O que isso significa na prática?

Se você já possui um empréstimo consignado ativo, pode ficar tranquilo: nada muda para você. O novo teto de juros passa a valer apenas para contratos feitos a partir de cinco dias úteis após a publicação da decisão no Diário Oficial da União.

Vale lembrar que, mesmo com a nova taxa máxima, cada banco pode praticar juros diferentes, desde que respeitem o limite. Por isso, comparar as opções disponíveis é essencial para fazer um bom negócio.

Pensando nisso, o Agibank reforça seu compromisso com os aposentados, pensionistas e beneficiários do INSS, oferecendo sempre as melhores soluções. A instituição continuará trabalhando com taxas competitivas e condições acessíveis, ajudando você a cuidar da sua saúde financeira com tranquilidade e segurança.

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Por que houve esse aumento?

Nos últimos meses, a taxa Selic – que influencia os juros em geral – aumentou. Com isso, muitos bancos estavam parando de oferecer o consignado, alegando que o limite de 1,80% não cobria os custos.

Com o reajuste para 1,85%, a expectativa é que mais instituições voltem a liberar crédito, ampliando as opções para os segurados.

Atualmente, existem mais de 48 milhões de contratos ativos de consignado no país. O valor total emprestado nessa modalidade ultrapassa R$ 268 bilhões.

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