Taxa de juros do empréstimo pessoal: o que influencia o custo do crédito

Pessoa analisando no celular a taxa de juros do empréstimo pessoal, com um aplicativo financeiro aberto na tela, enquanto consulta uma calculadora e documentos sobre a mesa em um ambiente doméstico.

Duas simulações abertas no celular. Parcela parecida, total a pagar bem diferente. A explicação está na taxa de juros empréstimo pessoal: como ela é calculada e tudo que ela carrega junto.

A taxa de juros empréstimo pessoal não é é fixa nem igual para todo mundo. Ela varia por banco, por perfil, por prazo.

Conhecer esses fatores muda a postura na hora de comparar: você para de aceitar a primeira proposta e começa a saber o que questionar.

O que é Empréstimo Pessoal?

O empréstimo pessoal é crédito sem destinação. Você pede, o banco aprova, o dinheiro cai na conta. Usa como quiser: quitar uma dívida cara, cobrir emergência, investir no próprio negócio.

Não precisa dar garantia. A análise é feita com base na sua renda e no seu histórico de crédito.

As parcelas são fixas do início ao fim. O que aparece na simulação é o que você paga todo mês, sem variação.

Por não ter garantia, a taxa costuma ser maior do que no consignado. Mas quando o tempo aperta, a agilidade vale.

Caso queira saber tudo sobre esse tipo de empréstimo, acesse nosso artigo.

Como funciona o Empréstimo Pessoal?

O empréstimo pessoal funciona assim: você escolhe o valor e o prazo, o banco analisa o perfil e libera o crédito.

O processo é simples. Mas antes de aceitar a proposta, vale olhar com atenção para quatro números que realmente definem o custo do empréstimo: taxa de juros, prazo, CET e total a pagar.

A taxa mensal sozinha não mostra o custo real do empréstimo. É a combinação dos quatro que conta.

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O que impacta a taxa de juros do empréstimo?

O que impacta a taxa de juros empréstimo pessoal começa pelo seu perfil: score, histórico de pagamento e renda.

Quanto menor o risco que você representa pro banco, menor a taxa que ele oferece.

O prazo também muda a conta. Parcelar em mais meses reduz o valor mensal, mas deixa o banco exposto por mais tempo. Por isso, contratos mais longos costumam ter taxa maior.

Ter relacionamento com o banco ajuda. Conta ativa, movimentação, histórico: tudo isso pesa na hora da proposta. Quem chega sem nenhum vínculo tende a receber condições piores.

E tem o cenário mais amplo: a Selic. Quando a taxa básica sobe, o custo do crédito acompanha. Quando cai, pode abrir espaço pra taxas menores, mas o repasse depende de cada instituição.

Como comparar propostas de empréstimo com mais critério?

Comparar propostas de empréstimo com mais critério exige olhar além da parcela. Dois bancos podem ter a mesma parcela mensal e custos totais completamente diferentes.

O que revela a diferença é o CET, o Custo Efetivo Total. Ele reúne juros, IOF e todos os encargos numa só taxa. É o número certo pra comparar, não a taxa mensal.

Além do CET, some todas as parcelas. O total a pagar coloca as propostas no mesmo plano e deixa claro o quanto cada uma vai custar de verdade.

A simulação empréstimo pessoal já traz esses dados. Simule nos dois, anote os totais e compare. Às vezes a diferença surpreende.

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Por que menor parcela nem sempre significa melhor escolha?

Menor parcela nem sempre é a melhor escolha porque ela pode estar embutindo um prazo muito mais longo, e prazo mais longo significa mais juros no total.

R$ 10 mil em 24 meses: parcela em torno de R$ 520, total pago em torno de R$ 12.480.

O mesmo valor em 48 meses: parcela em torno de R$ 310, total pago em torno de R$ 14.880.

A parcela menor economiza R$ 210 por mês, mas custa R$ 2.400 a mais no fim. Pode fazer sentido dependendo do orçamento, mas precisa ser uma escolha consciente, não uma surpresa.

O que avaliar no custo total?

Avaliar o custo total vai além da taxa de juros. Tem encargos que entram sem muito destaque e somam mais do que parecem.

O IOF é obrigatório e já está embutido desde o primeiro dia. É um imposto federal, não dá pra negociar. Mas ele aparece no CET, então o CET já captura esse custo.

Além do IOF, verifique se o contrato inclui tarifa de cadastro ou outros encargos. Esses valores podem parecer pequenos isolados, mas entram no total a pagar.

Por isso, dois bancos com a mesma taxa de juros podem ter CET diferentes. Por isso, o CET funciona como o termômetro real do custo do crédito..

Por fim, confira se os números do contrato batem com os da simulação empréstimo pessoal. Se tiver qualquer diferença, questione antes de assinar.

Como o Agibank pode te ajudar?

No Agibank, você vê a taxa de juros do empréstimo pessoal antes de fechar qualquer coisa. Informa o valor e o prazo, e a proposta aparece na hora: parcela, CET e total a pagar.

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